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Cortejo do Banzeiro em homenagem aos 260 anos de Macapá está confirmado para 4 de fevereiro

Dia 4 de fevereiro é o aniversário de 260 anos de Macapá, e o Banzeiro do Brilho-de-fogo mais uma vez estará fazendo o cortejo nas ruas em homenagem à cidade e seus moradores.  Batuqueiros, mulheres do Cordão das Açucenas, crianças do Jardim do Banzeiro estarão arrastando o público para acompanhar os integrantes do Cortejo no itinerário, que inicia na Catedral de São José nova, e segue até a praça Floriano Peixoto, com música, dança, marabaixeiras e arte circense. O Cortejo inicia após a missa de aniversário da cidade.

O Banzeiro do Brilho-de-fogo fará parte da programação do aniversário de Macapá pelo quarto ano consecutivo, e é responsável por levar o povo para a praça Floriano Peixoto e dar início à programação oficial de responsabilidade da Prefeitura de Macapá (PMM). “É nossa homenagem à cidade, e uma forma de retribuirmos com beleza, cultura e música o que conquistamos, que foi o respeito do público e o encantamento dos integrantes”, disse Alan Gomes, da coordenação. Fazem parte ainda da coordenação do projeto, Adelson Preto, Paulinho Bastos, Melissa Silva e Ricardo Iraguani.

O projeto iniciou em 2014, por iniciativa de um grupo de artistas e produtores culturais, que pretendia, através da iniciação musical, promover a música amapaense, valorizar e a cultura, e ser uma vitrine viva das tradições, pioneiros, história e povo da região. Foram formadas turmas de crianças, jovens, adultos e idosos, que participavam das oficinas fixas e itinerantes, para aprender a produzir adereços, tocar e confeccionar instrumentos de percussão. Os alunos viraram batuqueiros, açucenas e crianças do jardim, e saem nos cortejos do Banzeiro pelas ruas em datas pontuais, em julho, dezembro e fevereiro, no aniversário de Macapá.

O coordenador Paulinho Bastos explica que o projeto foi pensado para retratar Macapá, a cultura e tradições, mas o alcance social e cultural levou naturalmente o projeto a ser uma iniciativa que representa todo o estado. “No Banzeiro cabe toda nossa região, e ele cabe o coração de todos, independente do endereço, hoje ele pertence ao povo, sem distinção de localização ou qualquer outro traço de diferença. Vamos homenagear Macapá com muita música e alegria, desfilar nossas tradições do batuque e marabaixo, das saias floridas e amor por esta cidade”.

Em 2018 o projeto volta com as oficinas de percussão itinerantes, que deram início às primeiras turmas de batuqueiros. Realizadas em praças, associações, escolas, faculdades e o quilombo do Curiaú, as oficinas são coordenadas por instrutores do Banzeiro, mestres da cultura popular e instrumentistas. “Estamos voltando à origem do projeto, que são as oficinas que acontecem durante o ano inteiro, que formam a base do banzeiro, para iniciar musicalmente crianças e pessoas de todas as idades, uma verdadeira aula de música ministrada por profissionais da percussão”, enfatiza Adelson Preto, coordenador geral do projeto.

O Cortejo de Aniversário de 260 anos de Macapá sairá após missa, 9h, da frente da Catedral de São José, e segue até a praça Floriano Peixoto, onde dará início à programação cultural que se estenderá durante todo o dia 4 de fevereiro. O cortejo será acompanhado por artistas de circo, grupos de marabaixo e população, que segue dançando os batuqueiros, açucenas e crianças do Jardim do Banzeiro.

Serviços:

Concentração para o Cortejo: 8h

Local: Av: General Gurjão, ao lado da nova catedral

Saída: 9h

Mariléia Maciel

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Nilze Carvalho apresenta sua música no Ao Vivo entre Amigos

A cantora, compositora e bandolinista Nilze Carvalho é a convidada desta terça (23) do Ao Vivo Entre Amigos. Acompanhada pelo músico Rudson Santos no violão de sete cordas, Nilze fala sobre sua trajetória e mostra canções autorais, como “Choro de Menina”.

A convidada também dá uma canja de obras de outros compositores como “1 x 0”, “Você bem sabe”, “Coração imprudente” e “Acreditar”. A artista conta alguns episódios de sua carreira, que começou ainda na infância. Ela explica as diferentes expressões de instrumentos, como bandolim e cavaquinho, comenta sobre o show “Choro Canção” e revela quando decidiu, além de tocar, enveredar para o canto também.

Ouça o programa completo:

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Pier sobre o rio Amazonas reabre com show de Patrícia Bastos e família

O Pier Rio Amazonas será inaugurado sobre o principal ponto turístico da capital amapaense, o Trapiche Eliezer Levy, onde lá iremos criar um novo conceito para o turismo amapaense, transformando-o em um verdadeiro Completo Turístico.
O local irá oferecer um mix de serviços como Agência de Viagens e Receptivo autizado da CVC, Cafeteria, Coworking, Lounge Bar, Música ao vivo, Restaurante e Sorveteria. Teremos uma rica agenda cultural com valorização dos artistas locais através de oficinas de artesanato, sarau e exposições diversas. Tudo sendo realizado no espaço do complexo e no interior do bondinho ainda em revitalização.

A regionalidade amapaense com um toque de modernização e tecnologia proporcionando qualidade de serviço aos turistas e à sociedade amapaense.
E pra inauguração desse espaço teremos o Show:Na Beira do Rio, Com Patrícia Bastos,Oneide Bastos,Paulinho Bastos e Alejandro Cadena.
Serviços:
Local: Pier Rio Amazonas.
Endereço: Trapiche Eliezer Levy
Data: 19 de Janeiro.
Mesa limitadas: 100 e Ingresso 25.
Horário: 21:00.
Informações 991786714 e 981373130.
Posto de venda:Pier Rio Amazonas.

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Disco da banda acreana Os Descordantes é apontado como um dos melhores de 2017

“Um disco de beleza, pra ouvir chorando e sentindo cada letra, cada acorde e cada melodia.” Assim é definido o álbum “Quietude”, do grupo musical acreano Os Descordantes, em lista do Blog Khatarsisque classificou o disco em 5° lugar entre os melhores discos nacionais de 2017.

No ranking com 14 nomes da música brasileira, as canções são comparadas à sonoridade da década de 70 e de bandas como Paralamas do Sucesso e Jota Quest.

Para Dito Bruzugú, vocalista da banda, a presença no ranking é importante para consolidar o grupo localmente. “Muitas vezes existe aquela mística de acharem que o que se produz aqui não é atrativo. Então essas conquistas provam que no nosso estado temos capacidade”, aponta.

O cantor acrescenta que o êxito da banda pode servir como incentivo para outros artistas locais. “Tudo o que aprendemos de música foi aqui no Acre. Temos a influência da troca de experiência com artistas daqui. Isso pode servir como incentivo para a cultura local”, conclui.

Repercussão nacional

A banda gravou seu primeiro álbum em 2014, alcançando destaque nacional. O videoclipe “Hoje de Manhã”, de 2015, abordou temas como homossexualidade e intolerância e também repercutiu no país, além da reprodução em sites internacionais.

Esse desempenho levou a banda para além do território acreano, conquistando fãs em diversos locais do país. “Com o disco ‘Espera a Chuva Passar’ realizamos uma turnê nacional. Para o lançamento de ‘Quietude’, contamos com um financiamento coletivo através da plataforma online Catarse, com participação do público de vários lugares”, ressalta o baterista George Naylor.

Presença em outros rankings

Os Descordantes têm marcado presença em importantes listas por vários anos seguidos. Em 2014, a canção “Três Dias” ficou na 28ª posição entre as 100 melhores do ano do site Melhores da Música Brasileira, junto a nomes como Gilberto Gil e Erasmo Carlos.

No fim de 2015, a banda foi indicada como uma das apostas para 2016 pelo jornal O Estado de S  Paulo. No mesmo ano, “Hoje de Manhã” ficou em 5° lugar na lista de melhores clipes do site Som do Som.

O que há por vir

A banda foi formada em 2010, após uma conversa entre Dito Bruzugú e George Naylor. Eles decidiram criar a banda e trabalhar com músicas próprias. A partir daí, outros amigos se juntaram ao grupo, hoje formado por Dito Bruzugú, Herico Rocha, George Naylor e Saulo Olimpio.

No momento, o foco da banda é o lançamento de um clipe e divulgação do álbum “Quietude”. Para o futuro, segundo Dito Bruzugú, os fãs podem esperar evolução. “Nossas composições são influenciadas pelo que vivemos no momento, então sempre mudamos. Mas a banda possui uma característica própria, gostamos de manter a nossa identidade”, avalia.

Por Victor Lebre