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Banda La Familia apresenta Acústico Charlie Brown Jr em Macapá

 No dia 03 de março de 2018, a Banda La Família 96 vai estar apresentando o Acústico Charlie Brown Jr. O evento acontecerá no Scorpion Snooker Bar, a partir das 22h. No entanto, o bar estará aberto, desde as 17 aguardando a todos para o aquecimento.

             O show musical vai contar a história musical da banda, passando por todos os discos e fases. A ideia se deu, na vontade de realizar um tributo, uma verdadeira homenagem para Alexandre Abraão, o Chorão, poeta máximo e líder do CBJr, que nos deixou no fatídico 06 de março de 2013.

             O show promete versões acústicas dos maiores sucessos da turma de Santos. Um show para curtir e matar saudade de uma das maiores bandas do Brasil. Uma noite que prometer ser inesquecível para todo fã.

Serviço:

Acústico Charlie Brown Jr

Local: Scorpion Snooker Bar (Av. Professora Cora de Carvalho, n°1812)

Banda: La Família 96

Data: 03/03

Hora: 22h

Couvert: R$ 5,00

Informações: 96 981170103

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Euclides Farias: O brega Pop de Jomasan e do maestro Manoel Cordeiro

Na Amazônia, a diversidade musical é tão grande quanto a biodiversidade. Uma infinidade de gêneros e ritmos povoam as cidades, rios e igarapés onde vivem 25 milhões de pessoas que consomem música. No Pará e no Amapá, apontados como a melhor síntese da Amazônia, a música ganhou a rica contribuição afro-caribenha, matriz responsável por suíngues, como o merengue, que entraram nos estados amazônicos pelo Amapá, porta principal, e se entranharam nas culturas locais com vigor.

Nem tudo, porém, quando se fala de produção da diversificada música regional, provém do Caribe. Há música refinada produzida na Amazônia com outras influências. Que o diga o músico, jornalista, agitador cultural e blogueiro Chico Terra, do Amapá.

Miscigenado e popular, o brega é boa herança caribenha.

De lá para cá, o brega ganhou tantas subdivisões que é difícil catalogá-las de memória e de um fôlego. Calypso, Saudade, Tecnobrega, Melody, Pop etc. Chique ou não, tudo é brega. De todos, há legiões de fãs espalhadas na Amazônia.

Na década de 1960, em Macapá, no bairro do Laguinho do Fernando Canto, morava José Maria dos Santos. Ele gostava de cantar. Virou cronner dos conjuntos da cidade (Joviais, Cometas, Mocambos). Nos anos 1960/1970, vi essa essas bandas tocarem na Piscina Territorial. Foi aí que José Maria dos Santos criou o nome artístico com as primeiras sílabas do nome de batismo. Virou Jomasan.

Nas décadas seguintes, Jomasan explodiu como cantor de brega na Amazônia e ganhou fama fora do país com hits como “Meu grande amor”, de 1886, uma de suas campeãs de vendagem de discos, composta em parceria com o maestro Manoel Cordeiro. Há muitos anos mora em Caiena, na Guiana Guiana, onde é dono de emissora de rádio. Não é isso, Cleo Araujo?

Hoje reencontrei essa música na internet e decidi mostrá-la como símbolo do post dedicado à música amazônica e ao brega por uma razão simples e importante para a memorialística pessoal. A primeira vez que a ouvi – corria a década de 1980, eu de férias na cidade – foi numa mal-afamada boate de Macapá chamada Nova Brasília, no bairro suburbano do Buritizal.

Subornei o DJ da aparelhagem. Ele arrumou uma fita K-7 e repetiu a música para a satisfação do salão de dança e poder gravar o brega solicitado. Até hoje, nas festas do interior dos dois estados e dos bairros da periferia de Belém e Macapá, o bregão de Jomasan é indispensável.

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Mais de 500 foliões receberam atendimento médico no Sambódromo do Rio

A Secretaria Municipal de Saúde atendeu 524 foliões nos postos montados no Sambódromo, na Avenida Marquês de Sapucaí, nos dois primeiros dias de desfile das escolas de samba do Grupo A (de acesso). As equipes médicas realizaram 201 atendimentos na primeira noite e outros 323 na segunda noite de desfile.

Os casos mais comuns de atendimento foram mal-estar por causa do calor, pico de hipertensão, torções e intoxicação exógena (por álcool ou outras drogas).

Na primeira noite de desfile, 16 pessoas, com quadros mais graves, foram transferidas para hospitais ou unidades de pronto atendimento da rede municipal de saúde. No segundo dia, seis pacientes precisaram de remoção. A Secretaria Municipal de Saúde disponibilizou 15 ambulâncias equipadas com Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) para transportar os casos mais graves. A Central Municipal de Regulação dá suporte aos casos de necessidade de transferência de pacientes.

A Vigilância Sanitária realizou 91 inspeções nos dois dias de desfile em bares, food trucks, buffet, camarotes, ambulâncias e postos de saúde instalados no Sambódromo. Foram aplicadas 18 multas, e 4 quilos de alimentos foram inutilizados. Houve interdição de um bar, por problema nos exaustores.

Douglas Corrêa – Repórter da Agência Brasil

Edição: Denise Griesinger
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Espaço Caos apresenta Quanto riso, Oh! Quanta alegria!

Dia 10 de fevereiro o Espaço Caos – arte e cultura realiza a 5ª edição do seu baile de carnaval “Quanto Riso, oh, Quanta Alegria”. O evento reúne diversas atrações ao longo da noite, com bandas, apresentações culturais, pintura facial, batalha de confetes e concurso de fantasias.

ATRAÇÕES

Roda de conversa (tema: Fake news e manipulação de informação)
Pintura facial com Victória Amorim
Espetáculo cênico com a Casa Circo
Batalha de confetes (pode trazer o teu!)
Concurso de fantasia (com premiação TOPPER!)
DJ Fúria Negra (black music)
Jhimmy Feiches (pop music)
Stereovitrola (rock autoral)
Pinducos (carimbó e outros ritmos)

Obs: A entrada e permanência de menores de 18 anos só é permitida com o acompanhamento do responsável legal.

SERVIÇO
DATA: 10 de fevereiro
HORÁRIO: 18h
ENTRADA: R$8 (franca para as 30 (trinta) primeiras pessoas. Válido até às 18h30)
LOCAL: Espaço Caos – arte e cultura (Leopoldo Machado, 4004. Beirol)

Mais informações na página do Facebook do Espaço Caos

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CDs raros de bandas brasileiras podem custar até R$ 1.000

Fora de catálogo, alguns discos do grupo Charlie Brown Jr. CPM 22 e RPM são disputados por fãs em lojas físicas e pela internet

Apesar do streaming ser um competidor voraz contra o CD, muitos fãs ainda procuram músicas gravadas em mídia física. Porém, títulos fora de catálogo são vendidos a peso de ouro quando se tornam raridades.

Entre os nomes nacionais mais caros do momento, estão Charlie Brown Jr., CPM 22 e RPM, com CDs que podem custar quase mil reais. Na maioria dos casos, são álbuns que a gravadora parou de fabricar, singles de divulgação e gravações independentes de início de carreira.

O R7 pesquisou em duas das maiores galerias musicais no centro de São Paulo e descobriu quais são os brasileiros mais “caçados” na região.

André Fiori, dono da Velvet, relembra três títulos underground que são bem vendáveis.

— O CD A Sétima Efervescência (1997), do Jupiter Maçã, vai embora rapidamente mesmo sendo usado. É o primeiro álbum do cantor, não foi relançado nem mesmo saiu em vinil, então virou raridade. E existem os fãs dos anos 90 que procuram bandas independentes como Brincando de Deus e a estreia fonográfica da Pelvs.

André também destaca algumas diferenças entre colecionadores de CD e vinil.

— A ideia de querer algo original de época tem mais a ver com o comprador de LP. Na minha opinião, o fã que procura por um CD quer isso lançado em qualquer momento, pois ele não liga se é a primeira tiragem. Agora, muitos cultuadores de vinil curtem o objeto fabricado naquele ano, observam até detalhes do lançamento.

Na tradicional London Calling, o punk rock é a primeira opção de procura. Walter Thiago, que comanda a loja desde 1986, está acostumado com tal obsessão musical. Ele diz que, entre os discos mais visados, estão CDs brasileiros lançados fora do País.

Veja íntegra no R7 Música